patologia
Produzimos suor para resfriar a pele, hidratá-la e eliminar toxinas. No entanto, em pacientes com hiperidrose, as glândulas sudoríparas são hiperfuncionantes, produzindo um volume de suor muito superior ao necessário, mesmo em repouso.
É importante distinguir o volume de suor do odor desagradável:
Para identificar a extensão do problema, podemos realizar testes como o de Amido-Iodo (que cora de azul escuro a área de maior suor). Quanto aos tratamentos, as opções evoluem conforme a gravidade:
Atenção
Se o suor excessivo dita as roupas que você usa ou impede você de se sentir seguro(a) em público, saiba que você não precisa conviver com isso. A hiperidrose tem controle e os resultados do tratamento podem transformar sua autoimagem e qualidade de vida. Agende uma consulta em Juiz de Fora para realizarmos os testes necessários e definirmos o melhor protocolo para você viver com mais liberdade e conforto.
À noite, a produção de suor é menor, o que permite que o produto penetre melhor e feche os dutos das glândulas. Se aplicado pela manhã, o próprio suor pode remover o produto antes que ele faça efeito.
O procedimento é realizado com agulhas extremamente finas e, se necessário, usamos anestésicos tópicos ou resfriamento da pele. É um processo rápido e muito bem tolerado pelos pacientes.
Não. O tratamento é focal. Você continuará transpirando normalmente nas outras áreas do corpo para manter sua regulação térmica, eliminando apenas o excesso constrangedor da área tratada.
Alimentos termogênicos (pimenta, café muito quente) podem aumentar a temperatura do corpo e estimular a transpiração. Já alimentos como alho e cebola podem deixar o odor do suor mais forte.
Sim. A umidade constante favorece o surgimento de micoses (fungos) e dermatites. Manter a pele seca e tratada é fundamental também para a saúde dermatológica geral.